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Dúvidas Coronavírus

Diante do cenário de alerta global estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o novo coronavírus (nCoV-2019), bem como o aumento no número de casos suspeitos atrelado à doença no País – inclusive com o registro dos primeiros pacientes infectados no Brasil -, o Grupo São Lucas Saúde vem alertar seus beneficiários acerca das principais recomendações e medidas preventivas a serem seguidas.

Embora exista grande tensão por tudo o que tem sido veiculado na mídia, é fundamental manter a calma e não se dirigir imediatamente ao pronto-socorro. Confira abaixo perguntas frequentes sobre o tema:

Caso tenha viajado ao exterior

Orientações para pessoas que retornaram de viagens

 

Dirija-se imediatamente a uma dos Hospitais credenciados:

HOSPITAL SÃO LUCAS
Av. Brasil, n° 263
Vila Medon / Americana – SP
Fone: (19) 3475-7400 / (19) 3199-2570

HOSPITAL SÃO FRANCISCO
Praça Francisco Matarazo n° 60
Vila Galo / Americana – SP
Fone: (19) 3475-9900

Esclarecimentos aos beneficiários
O Grupo São Lucas Saúde reforça que está preparado e seguro para realizar o atendimento de casos suspeitos, seguindo o protocolo de manejo clínico e recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Principais dúvidas

O que é?

Os coronavírus são uma grande família viral, causadores de doenças, que variam do resfriado comum à Síndrome Respiratória Aguda Grave. Essa nova variante do vírus (2019-NCOV) não havia sido identificada em humanos até janeiro de 2020.

Quais são os primeiros sintomas?

Febre alta, tosse e dificuldade em respirar. Caso apresente alguns desses sintomas e tenha viajado nos últimos 14 dias para os países com casos confirmados (China, Alemanha, Austrália, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Emirados Árabes, Filipinas,  Camboja, Itália, França, Japão, Tailândia, Vietnã e Singapura), procure o médico. A lista atualizada de países com casos confirmados pode ser conferida aqui. 

Como é transmitido?

A transmissão ocorre por meio do contato com secreções ou proximidade com pessoa contaminada por período prolongado. O Brasil já tem caso confirmado, notificado pelo Ministério da Saúde. É fundamental manter as orientações preventivas descritas acima.

Quais são as medidas para prevenção?

Lavar as mãos regularmente com água e sabão ou utilize álcool gel 70%. Cubra a boca e o nariz ao espirrar, evite aglomerações e ambientes fechados, não compartilhe objetos de uso pessoal (como talheres, copos ou garrafas) e evite contato com pessoas com infecções respiratórias agudas. É recomendado também evitar viagens internacionais e, se possível, adiar.

Como tratar a doença?

Por enquanto, não há medicamentos disponíveis para combater os coronavírus. Indica-se repouso e ingestão de líquidos, além de medidas para aliviar os sintomas, como analgésicos e antitérmicos. Mediante pneumonia, insuficiência respiratória ou sinais de infecção generalizada, é necessária a internação do paciente.

Caso apresente qualquer sintoma da doença e tenha viajado nos últimos 14 dias para os países com casos confirmados, dirija-se imediatamente a uma dos Hospitais credenciados:

HOSPITAL SÃO LUCAS
Av. Brasil, n° 263
Vila Medon / Americana – SP
Fone: (19) 3475-7400 / (19) 3199-2570

HOSPITAL SÃO FRANCISCO
Praça Francisco Matarazo n° 60
Vila Galo / Americana – SP
Fone: (19) 3475-9900

Esclarecimentos aos beneficiários
O Grupo São Lucas Saúde reforça que está preparado e seguro para realizar o atendimento de casos suspeitos, seguindo o protocolo de manejo clínico e recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Dúvidas gerais

O exame específico para detecção do novo Coronavírus, o COVID-19, será coberto pelos planos de saúde?

Sim. Conforme protocolo e diretrizes definidas pelo Ministério da Saúde e de acordo com o estabelecido na resolução normativa n° 453, de 12/03/2020, da Agência Nacional e Saúde Suplementar (ANS).

Todos os beneficiários de planos de saúde terão direito a fazer o exame específico para detecção do COVID-19?

Não. A cobertura do exame específico pelos planos de saúde será obrigatória apenas para casos classificados como suspeitos ou prováveis de doença pelo COVID-19.

Em que situações o paciente se enquadra na definição de caso suspeito da doença?

Conforme protocolo e diretrizes definidas pelo Ministério da Saúde, há dois tipos de grupos de casos suspeitos.

O primeiro são pessoas com histórico de viagem para países com transmissão sustentada ou área com transmissão local nos últimos 14 dias; o segundo
são pessoas que tenham tido contato com caso suspeito ou confirmado para COVID-19 nos últimos 14 dias.

No primeiro caso, a pessoa tem que apresentar ocorrência de febre (acima de 37,8° C) e pelo menos um dos seguintes sinais ou sintomas respiratórios: tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza, dispneia (falta de ar), saturação de oxigênio menor que 95%, sinais de cianose, batimento de asa de nariz, tiragem intercostal.

No segundo, a pessoa tem que apresentar ocorrência de febre (acima de 37,8° C) ou pelo menos um dos seguintes sinais ou sintomas respiratórios: tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza, dispneia (falta de ar), saturação de oxigênio menor que 95%, sinais de cianose, batimento de asa de nariz, tiragem intercostal.

Em que situações o paciente se enquadra na definição de caso provável da doença?

Conforme protocolo e diretrizes definidas pelo Ministério da Saúde, são considerados prováveis casos em que a pessoa tenha tido contato domiciliar com caso confirmado por covid-19 nos últimos 14 dias.

A pessoa tem que apresentar ocorrência de febre (acima de 37,8° C) ou pelo menos um dos seguintes sinais ou sintomas respiratórios: tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza, dispneia (falta de ar), saturação de oxigênio menor que 95%, sinais de cianose, batimento de asa de nariz, tiragem intercostal.

Nesta situação, é importante observar a presença de outros sinais e sintomas como: fadiga, mialgia (dor muscular), artralgia (dor articular), dor de cabeça, calafrios, manchas vermelhas pelo corpo, gânglios linfáticos aumentados, diarreia, náusea, vômito, desidratação e inapetência (falta de apetite).

Qual a diferença entre transmissão local e transmissão sustentada ou comunitária?

A transmissão é local quando o paciente infectado com o COVID-19 não esteve em nenhum país com registro da doença. Neste caso, a doença foi contraída por meio de contato com outra pessoa infectada fora do país. Foi desta forma que o COVID-19 chegou ao Brasil.

A transmissão sustentada ou comunitária ocorre quando uma pessoa que não esteve em nenhum País com registro da doença é infectada por outra pessoa que também não viajou. Foi esta a forma de disseminação do COVID-19 predominante na China, Coreia do Sul e Itália

Qualquer um pode se dirigir a um laboratório para fazer o exame específico para detecção do covid-19 a ser coberto pelos planos?

Não. Seguindo o que determinam o protocolo e as diretrizes definidas pelo Ministério da Saúde, e conforme estabelecido na resolução normativa n° 453, de 12/03/2020, da ANS, o exame específico será feito apenas nos casos em que houver indicação médica para casos classificados como suspeitos ou prováveis de doença pelo COVID-19.

Estou com suspeita de ter contraído o vírus, sentindo febre, tosse e dificuldade de respirar. O que devo fazer? Devo ir direto a uma emergência hospitalar?

Em 80% dos casos, os sintomas do coronavírus são leves, semelhantes a uma gripe. Nestes casos, a orientação da Organização Mundial da Saúde é evitar sair de casa.

Entre em contato com sua operadora para obter orientações. Em caso de dúvida quanto a seu quadro de saúde, sempre consulte seu médico.

O Ministério da Saúde orienta a evitar aglomerações e locais com muita gente, ligar para o 136 e, se for o caso, procurar uma unidade de saúde e não um pronto-socorro.

De todo modo, se tiver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure atendimento médico o quanto antes para reduzir risco de desenvolver infecção mais grave e compartilhe seu histórico recente de viagens com seu médico.

Onde o exame específico para detecção do COVID-19 deve ser realizado?

O exame específico pode ser realizado nos laboratórios habilitados por cada respectiva operadora para atender os beneficiários que preencherem os critérios determinados pelo Ministério da Saúde.

Meu exame para o COVID-19 deu positivo, ou seja, tenho o vírus. Os planos de saúde cobrem o tratamento do novo coronavírus?

Importante registrar que não há tratamento específico para infecções causadas por coronavírus. Pacientes infectados recebem medicação para aliviar os sintomas, como analgésicos e antitérmicos. O tratamento indicado pelo Ministério da Saúde é repouso e ingestão de bastante água e líquidos.

A cobertura do tratamento a pacientes diagnosticados com COVID-19 já é assegurada a beneficiários de planos de saúde, conforme a segmentação (ambulatorial, hospitalar ou referência) contratada.

Em casos indicados, o beneficiário terá direito a internação caso tenha contratado cobertura para atendimento hospitalar (segmentação hospitalar) e desde que tenha cumprido os períodos de carência, se houver previsão contratual.

A ANS orienta a consultar minha operadora antes de me dirigir a hospitais ou outras unidades de saúde. Onde e como consigo fazer isso?

As empresas associadas à FenaSaúde disponibilizaram diversos canais de comunicação para informar beneficiários e prestadores, orientando empresas clientes e pacientes sobre como proceder, bem como divulgando medidas de prevenção.